
Yasumasa Hayashi
e à noite quando tento dormir e sei os predadores
à solta em meu redor
é que o amarelo das flores serve de vela acesa
e me alumia
fecho os olhos e então descanso as leves asas
até nascer o dia
entre lianas troncos fortes sons à volta, pouco vejo mais que, desta clareira entre árvores, o céu. assim é que está certo: escondida até de deus!
5 sons no tempo:
Obrigada pela sua visita ao meu canto. Gostei muito da "sua casa"!
Jinho
É sempre um prazer ir à "sua casa", :)
Obrigada.
Bjs.
Este poema caiu-me, muito particularmente, no goto, como soe dizer-se... Tão mais belas as flores quando crescem por entre a dureza das pedras.
Dureza é o termo.
Obrigada, Orca.
Nem são poemas são... sonhos de colibri cansado de bater as asas.
:)
O colibri é um pássaro lindo, de aspecto frágil, mas que bate as asas com um vigor admirável. Sempre, nunca desistindo :-)
Enviar um comentário
<< Home